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Formação Claude ProTurma em andamento

Consulta rápida

Glossário

Nenhum termo desta formação precisa ser decorado, mas todos precisam ser entendidos. Cada verbete começa pela explicação mais simples possível e traz uma comparação com algo do cotidiano.

Termos com .

.gitignore

O arquivo que lista o que nunca entra no repositório: chaves, senhas, arquivos temporários.

Um arquivo de texto na raiz do repositório. Tudo o que estiver listado nele é ignorado pelas gravações e nunca é enviado. Existe porque o que sobe fica no histórico para sempre: uma chave que entrou num commit já vazou e precisa ser trocada.

A gaveta com chave dentro do escritório aberto.

Exemplo: O .gitignore do Meu Bolso deixa fora o .env e a pasta .netlify. Ele nasce antes do primeiro commit.

Termos com A

Acesso mínimo necessário

Uma automação enxerga e faz só o necessário para a tarefa, e nada além.

É a regra de segurança de toda automação: se a tarefa é resumir uma mensagem, ela não precisa enviar e-mail, apagar nada nem ler a caixa inteira. O limite vai escrito no pedido, além da tela de autorização: a fonte exata, a saída exata e as ações proibidas.

Quem precisa abrir uma sala não recebe a chave do prédio inteiro.

Exemplo: O Radar Matinal só lê mensagens com [VALE VERDE] no assunto, das últimas 24 horas, e nunca envia, arquiva nem apaga.

Agente

Recebe um objetivo, decide os passos e usa ferramentas para chegar lá.

Diferente de um fluxo fixo, em que você define cada etapa, o agente recebe o resultado desejado e escolhe como chegar, usando as ferramentas que você liberou. Para o que já tem passos definidos, um procedimento fixo é mais previsível e mais barato.

Dizer "resolva isso" a uma pessoa experiente e confiar que ela vai descobrir o caminho, com as ferramentas da caixa que você entregou.

Exemplo: O assistente do Meu Bolso decide se a mensagem é um gasto para lançar ou uma pergunta para responder.

Agente do Claude Code (subagente)

Um arquivo com nome, missão, ferramentas permitidas e instruções, que o Claude Code aciona com contexto próprio.

Fica em .claude/agents/nome.md. Quando acionado, trabalha num painel próprio e devolve um relatório. Só é carregado numa sessão nova do Claude Code, aberta depois de o arquivo existir. A regra da formação: quem revisa só lê; a sessão principal corrige; você aceita.

Um checklist que virou pessoa: o guarda da portaria olha a lista dele e diz o que viu, sem reformar o prédio.

Exemplo: guarda-de-seguranca procura chave secreta antes do envio; revisor-de-celular olha o app numa tela de 390 px.

Alucinação

Quando a IA afirma com segurança algo que não é verdade.

Acontece quando a informação necessária não está disponível e o modelo completa com o que parece plausível. O problema é a confiança: o texto errado parece tão bem escrito quanto o certo.

Alguém que não quer admitir que não sabe e responde com convicção assim mesmo.

Exemplo: Perguntar a margem de agosto sem fornecer o dado pode produzir um número plausível e inventado. O Projeto bem configurado responde que não tem o dado.

Anexo

Um arquivo que você coloca na conversa para o Claude ler.

PDF, Word, planilha, apresentação ou imagem que entra na conversa pelo botão de mais (+), Fazer upload ou adicionar arquivos, ou arrastado da pasta. Vale só para aquela conversa. Para valer em todas as conversas de um Projeto, o arquivo vai nos arquivos do Projeto.

Entregar o documento na mão, em vez de descrever por telefone.

Exemplo: A ata e o contrato anexados na mesma mensagem, para o Claude comparar a orientação da diretoria com o que o contrato permite.

App instalável (na tela inicial)

Uma página que, aberta no celular, pode ser adicionada à tela inicial e abre como aplicativo.

Com dois arquivos a mais (um manifesto e um ícone), o navegador do celular oferece adicionar a página à tela inicial. Ela ganha ícone e abre em tela cheia, sem passar por loja de aplicativos.

Um atalho com cara de aplicativo para uma página que você usa todo dia.

Exemplo: O Meu Bolso na tela inicial do celular, com o ícone nas cores escolhidas no briefing.

Veja também

HTMLNetlify

Arquivo .md (Markdown)

Um arquivo de texto simples, com marcações leves de título e lista, que pessoas e IAs leem bem.

Markdown é um jeito de escrever texto com marcações simples: um # vira título, um traço vira item de lista. O arquivo termina em .md e abre no Bloco de Notas. A formação usa vários: MEMORIA.md, SKILL.md, CLAUDE.md, BRIEFING.md.

Um bilhete escrito à mão com títulos sublinhados: qualquer um lê, e a máquina entende a estrutura.

Exemplo: O SKILL.md da limpeza tem as seções QUANDO USAR, ENTRADA, PASSOS, SAÍDA, EXCEÇÕES e LIMITES.

Arquivo e pasta

A unidade de trabalho do Claude quando ele trabalha no seu computador.

Arquivo é cada documento no computador; pasta é o agrupamento deles. Quando o Claude trabalha numa pasta, ou o Claude Code num projeto, é sobre arquivos reais: por isso a regra de trabalhar numa pasta criada para isso, fora do OneDrive se possível, e de conferir o que ele gravou.

Exemplo: A pasta meu-bolso, na quinta, com a pasta app, o CLAUDE.md e o .gitignore.

Arquivos do Projeto (base de conhecimento)

Os documentos de referência que ficam sempre disponíveis dentro de um Projeto.

São os arquivos que toda conversa do Projeto pode consultar sem você anexar. Entram os que a equipe consulta com frequência e que definem como as coisas são feitas, não tudo o que existe na empresa.

A estante ao lado da mesa, e não o arquivo morto no subsolo.

Exemplo: Contrato, política de devoluções e relatório do trimestre: três arquivos bastam para começar.

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Encontro 2

Veja também

ProjetoAnexo

Artifact (documento, apresentação, página)

Uma entrega criada ao lado da conversa: documento, apresentação, painel ou página interativa.

É o que o Claude produz como objeto separado do texto da conversa. Desde setembro de 2026, documentos, apresentações e páginas nascem em qualquer conversa e ficam guardados numa área própria. Uma página pode precisar do clique em Publicar para abrir, e o botão Compartilhar decide quem vê: só você ou qualquer pessoa com o link (que, no plano Pro, precisa ter conta no Claude). Documento e apresentação podem ser baixados em Word, PDF ou PowerPoint.

A conversa é a oficina; o Artifact é o objeto pronto que sai da bancada.

Exemplo: As tarefas da ata viram uma página com cores e caixinhas de marcar, aberta no celular pelo link.

Automação

Um trabalho que dispara sozinho, a partir de um horário ou de um evento.

É o fluxo que começa sem alguém iniciar: um horário, um e-mail recebido, um arquivo novo. O ganho é grande, e por isso a pergunta sobre o que deve exigir aprovação humana vem antes.

O timer do forno: você configura uma vez e ele age na hora certa.

Exemplo: Toda segunda às 8h, o resumo da semana de gastos é escrito sozinho no banco do Meu Bolso.

Termos com B

Banco de dados

Uma coleção organizada de tabelas, guardada num servidor.

É onde os sistemas guardam informação de forma estruturada e permanente. Diferente da página que guarda dados só no navegador, o banco é o mesmo no computador e no celular, e cada pessoa vê o que é dela.

Um armário de fichário: cada gaveta é uma tabela, cada ficha é um registro.

Exemplo: A tabela gastos do Meu Bolso, que o celular e o computador leem e gravam pela internet.

Beta (liberação gradual)

Versão em teste de uma função, liberada primeiro para um grupo de contas.

Empresas de software ligam as novidades aos poucos, conta por conta, para testar antes de dar a todos. Por isso duas pessoas com o mesmo aplicativo, na mesma versão, podem ver telas diferentes: quem decide é a conta. A etiqueta Beta ao lado de um nome de menu avisa que aquela parte está nessa fase.

A loja que abre a ala nova primeiro para os clientes do cartão fidelidade: o prédio é o mesmo, mas nem todo mundo entra na ala nova no primeiro dia.

Exemplo: Na noite 2, um aluno tinha Projetos com a etiqueta Beta, com Threads e Biblioteca, enquanto o instrutor via a tela anterior.

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Encontro 2

Veja também

ThreadProjeto

Briefing

O texto curto que diz o que vai ser construído, para quem e com quais limites, antes de construir.

É a resposta escrita às perguntas que evitam retrabalho: quem usa, o que faz, quais telas tem, o que nunca faz e como saber que ficou pronto. Na formação, ele sai de uma entrevista conduzida pelo Claude e vira o pedido do app.

O pedido ao arquiteto antes da planta: quantos quartos, para quem, o que não pode faltar.

Exemplo: O briefing do Meu Bolso: o nome do app, as categorias de gasto, o que aparece nos primeiros cinco segundos e o que o app nunca faz.

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Encontro 4

Veja também

CLAROCLAUDE.md
Termos com C

Chave de API

A senha que um programa usa para chamar um serviço de IA ou de dados.

Uma API é a porta que um sistema oferece para outro programa conversar com ele; a chave é a senha dessa porta, e o uso fica na conta de quem criou a chave. Na noite 5, o assistente do cupom usa uma chave gratuita do Gemini, criada no Google AI Studio com uma conta Google pessoal. Chave é segredo: vai no cofre, nunca num arquivo publicado.

O crachá de acesso ao prédio de outra empresa: abre a porta, e tudo o que for feito fica no seu nome.

Exemplo: A chave que começa com AIza, guardada como CHAVE_GEMINI na Netlify.

Chave pública e chave secreta

As duas chaves de um projeto: a pública pode ir no app; a secreta nunca sai do painel.

A chave pública identifica o projeto e só permite o que a proteção por linha deixa; por isso pode ficar num arquivo publicado. A chave secreta passa por cima de toda proteção: nunca entra na pasta, no GitHub, na conversa ou em mensagem. Se vazar, troca-se no painel na hora.

A chave da porta da frente, que qualquer visitante pode ter, e a chave mestra do zelador.

Exemplo: O app guarda a chave pública em configuracao.js; a chave secreta do Supabase fica só no painel.

CLARO

Os cinco controles de um pedido profissional: Contexto e fontes, Limites, Ação, Resultado, Observáveis.

A lista de verificação usada na formação para escrever e conferir um pedido. C: a situação e os documentos que valem, e qual prevalece. L: o que não pode ser inventado, prometido ou divulgado. A: o verbo e a ordem do trabalho. R: para quem, em que formato e tamanho. O: os testes que a resposta precisa passar. Nos pedidos da apostila, cada bloco aparece entre etiquetas como <contexto_e_fontes>, e os testes vêm como Teste 1, Teste 2. Desde a noite 2, a sua Skill CLARO monta o pedido: você escreve curto, começando com CLARO:, responde às perguntas dela e recebe os cinco blocos.

É dizer a um estagiário: use só estes dois documentos, não invente número, primeiro levante os fatos, uma página em tabela para a diretoria, e antes de entregar confira estas três coisas.

Exemplo: Um observável não é faça bem feito. É: o e-mail tem no máximo 150 palavras e nenhuma menção a multa.

Claude

O assistente de inteligência artificial da Anthropic.

A ferramenta usada nesta formação. Por trás dele existe um modelo de linguagem; na frente, uma janela onde você conversa, anexa arquivos, organiza o trabalho em Projetos e, no aplicativo do computador, deixa o Claude trabalhar numa pasta. O Claude Code fica numa aba própria.

Exemplo: Anexar o contrato e a minuta e pedir o que mudou: ele lê os dois documentos inteiros antes de responder.

Claude Code

A parte do Claude que constrói projetos inteiros nas suas pastas: cria, altera e testa arquivos.

No aplicativo do Claude para computador, é a aba Code: você escolhe uma pasta e pede em português; ele lê, escreve os arquivos, roda comandos e testa. Ele pede permissão antes de agir, conforme o modo escolhido. Lê sozinho o CLAUDE.md da pasta ao começar. Exige plano pago (Pro ou superior) e divide o limite de uso com o Claude.

A diferença entre um consultor que responde por e-mail e um que senta na sua mesa e abre as suas pastas.

Exemplo: Na pasta meu-bolso, o Claude Code entrevista você, escreve o app, liga ao banco e envia para o GitHub.

CLAUDE.md

O arquivo de memória e regras do projeto que o Claude Code lê sozinho ao abrir a pasta.

É o MEMORIA.md do Claude Code, com uma vantagem: não precisa da linha leia o arquivo, porque ele lê sozinho ao começar cada sessão. Guarda o que o projeto é, as regras que nunca mudam (por exemplo: nenhuma chave secreta em arquivo) e o jeito de trabalhar.

O manual pregado na porta da oficina: quem entra lê antes de pegar na ferramenta.

Exemplo: O CLAUDE.md do Meu Bolso diz: login por e-mail, a chave secreta nunca entra na pasta, toda entrega em arquivo.

Commit

Uma gravação do estado da pasta, com uma mensagem dizendo o que mudou.

É a foto com legenda. O Claude Code escolhe o que entra, escreve a mensagem e grava. O histórico é a lista dessas gravações. Um commit por unidade de trabalho, com mensagem que diz o que mudou e por quê.

A foto do álbum, com a data e a legenda escrita atrás.

Exemplo: meu bolso, o app; depois: a tela de relatório.

Conector

Uma ponte autorizada entre o Claude e outro serviço, como Gmail, Google Drive ou Netlify.

Um conector permite que o Claude consulte ou use um serviço que você autorizou. A conexão abre a possibilidade técnica, mas cada pedido ainda precisa limitar a fonte, o período, o resultado e as ações proibidas. Cada conversa pode ligar ou desligar os conectores.

Uma porta com crachá: a pessoa entra, mas a ordem de serviço diz qual sala pode visitar e o que pode fazer lá.

Exemplo: Consultar somente uma mensagem do Gmail cujo assunto começa com [VALE VERDE], sem enviar, responder, arquivar ou excluir nada.

Contexto

Tudo o que o assistente está enxergando naquele momento da conversa.

É o conjunto do que você escreveu, dos arquivos anexados e das mensagens anteriores da mesma conversa. Ele responde considerando só isso. O que ficou de fora simplesmente não existe para ele.

A mesa de trabalho de um colega: ele só trabalha com o que está em cima dela. O que ficou na gaveta, ele não adivinha.

Exemplo: Você pergunta "e o segundo item?" e ele responde certo, porque o primeiro está algumas mensagens acima.

Cowork (o Claude trabalhando numa pasta)

O Claude lendo e gravando arquivos numa pasta do seu computador que você autorizou.

Era uma aba separada do aplicativo até setembro de 2026; desde 16/09/2026, mora dentro de toda conversa. No aplicativo do Claude para computador, você autoriza uma pasta embaixo da caixa de mensagem, e ele lê os arquivos dela, cria arquivos novos e altera os existentes ali. O resultado é um arquivo gravado, não um texto na tela. A regra da formação: uma pasta por tarefa, nunca Downloads, a entrega em arquivo e só o caminho na conversa.

Dar a chave de uma sala ao colega: ele trabalha ali, e só ali; você confere o que ficou na mesa.

Exemplo: A pasta Vale Verde Comercial autorizada, e o MEMORIA.md escrito nela a partir dos três PDFs.

CSV

Uma planilha em texto simples, uma linha por registro, com as colunas separadas por ponto e vírgula.

CSV é um formato de planilha sem formatação: cada linha é um registro e as colunas são separadas por um caractere (no Brasil, ponto e vírgula). Abre no Excel e no Bloco de Notas, e quase todo sistema exporta e lê CSV.

A planilha sem maquiagem: só os dados, um embaixo do outro.

Exemplo: dados-vendas-setembro-2026-bruta.csv, o mesmo conteúdo do Excel, para quando ele não conseguir ler o .xlsx.

Termos com E

Envio (push)

Mandar para o GitHub os commits que estão no seu computador.

O commit grava uma versão no seu computador; o envio (push) manda essas versões para o repositório no GitHub. Com a Netlify ligada ao repositório, cada envio vira uma publicação nova. Na formação, quem roda o push é o Claude Code, depois de você permitir.

Guardar a foto no álbum é o commit; mandar a cópia para o cofre é o push.

Exemplo: O pedido de envio termina com a última linha do git log, e um minuto depois a Netlify mostra Published.

Termos com F

Ferramenta (do agente)

Uma ação bem definida que o agente pode escolher usar, como registrar um gasto ou consultar um total.

O agente não faz tudo de cabeça: ele escolhe entre ferramentas que você descreveu (nome, para que serve, que dados recebe). Quem executa a ferramenta é o seu código, não o modelo. Por isso os números vêm do banco, e não da imaginação do modelo.

A caixa de ferramentas do eletricista: ele escolhe o alicate certo, mas o alicate é que corta.

Exemplo: registrar_gasto(data, descrição, valor, categoria) e consultar_gastos(desde, até, categoria).

Função no servidor

Um pedaço de código que roda na Netlify, longe do navegador, onde a chave secreta pode ficar.

O que roda no navegador qualquer pessoa pode abrir e ler. O que roda numa função no servidor, não. Por isso a chamada à IA, que usa uma chave, acontece numa função: o app manda o pedido, a função usa a chave guardada no cofre e devolve só a resposta.

O guichê dos fundos: o cliente entrega o pedido no balcão, e quem tem a chave do cofre atende lá atrás.

Exemplo: A função do assistente do Meu Bolso recebe a foto do cupom, chama a IA com a chave do cofre e grava o gasto.

Termos com G

Git

O programa que guarda a história de uma pasta: cada mudança gravada com data e motivo.

O Git transforma uma pasta em repositório e grava pontos da história dela (commits). É ele que envia o código para o GitHub. No Windows, instala-se o Git for Windows; no Mac, ele costuma vir instalado. Na primeira vez que envia para o GitHub, o Windows abre uma janela do Git Credential Manager para você autorizar pelo navegador.

O fotógrafo da obra: tira uma foto com legenda a cada etapa.

Exemplo: O Claude Code roda git init, git commit e git push na pasta meu-bolso.

GitHub

O lugar na internet onde repositórios ficam guardados, com histórico e controle de quem vê.

Um serviço gratuito para guardar repositórios na nuvem. Você (pelo Claude Code) envia o que gravou; o GitHub mostra os arquivos, o histórico e quem mudou o quê. Na formação, ele é o ponto de partida da publicação: a Netlify lê o repositório e publica a cada envio.

Uma nuvem com memória: cada mudança tem nome, data e motivo.

Exemplo: O repositório privado meu-bolso, com a pasta app, o netlify.toml e os comandos do banco.

Termos com H

Hospedagem

O serviço que coloca os arquivos de uma página num endereço acessível pela internet.

Hospedar é enviar a pasta de uma página para um serviço que a entrega por um endereço (URL). Diferente do link de um Artifact, o endereço hospedado abre para qualquer pessoa, com ou sem conta no Claude.

O arquivo é a loja montada; a hospedagem é o endereço onde as pessoas conseguem encontrá-la.

Exemplo: Arrastar a pasta do painel para a Netlify e receber um endereço que abre no celular.

HTML

O formato básico de uma página da internet.

HTML é um arquivo de texto com instruções que o navegador transforma em títulos, cartões, tabelas e botões. Com o visual (CSS) e o comportamento (JavaScript) no mesmo arquivo, uma pequena aplicação funciona com um único index.html.

A planta da página: diz ao navegador quais partes existem e como estão organizadas.

Exemplo: Abrir index.html com dois cliques e ver o painel financeiro da Vale Verde sem instalar programa.

Termos com I

IA generativa

Inteligência artificial que cria conteúdo novo em vez de procurar conteúdo pronto.

É a categoria de inteligência artificial que produz texto, imagem, áudio ou código a cada pedido. Ela não consulta um banco de respostas prontas: escreve na hora, considerando o que você pediu.

A diferença entre o arquivista, que procura no armário o documento que você pediu, e o redator, que senta e escreve um texto novo. A IA generativa é o redator.

Exemplo: Você pede um e-mail de aviso de atraso. Esse e-mail não existia em lugar nenhum: foi escrito naquele momento.

Instruções do Projeto

As regras que valem para todas as conversas de um Projeto.

É o pedido que você não precisa mais repetir: o papel do Claude naquele Projeto, o que sempre fazer, o que nunca fazer e o que fazer quando faltar informação. Só funciona quando cada regra é verificável. Ficam na linha Instruções do painel da direita do Projeto.

O manual de conduta entregue no primeiro dia de trabalho.

Exemplo: "Sobre devolução, sempre cite o item da política. Quando o dado não estiver nos arquivos, diga que não está; nunca estime."

Instruções para o Claude (personalização)

O texto, nas configurações, que vale para todas as suas conversas.

Um campo das Configurações onde você diz como o Claude deve agir com você: tom, formato, o que evitar. Vale para todas as conversas da conta até você mudar. Na formação, ele recebe as sete regras que fazem o Claude discordar quando você estiver errado e classificar a própria confiança.

O combinado que você faz uma vez com um assessor novo, e que vale para todo pedido daí em diante.

Exemplo: Com as sete regras, a afirmação errada sobre concentração de clientes volta com uma discordância e a etiqueta [Certo].

Termos com J

Janela de contexto

O limite de quanto texto cabe numa única conversa.

É o tamanho máximo da mesa de trabalho. Quando você envia documentos muito grandes ou a conversa fica longa demais, esse limite é atingido e é preciso dividir o material ou começar uma conversa nova.

O tamanho da mesa. Cabe muita coisa, mas não cabe tudo.

Exemplo: Um documento de centenas de páginas pode não caber de uma vez. A saída é enviar por partes.

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Encontro 1

Veja também

ContextoToken

Janela única (um Claude só)

Desde 16/09/2026, a conversa e o Cowork são o mesmo lugar: sem botão para escolher o modo.

Até setembro de 2026, o aplicativo do Claude separava o Chat (conversar) do Cowork (trabalhar numa pasta). Em 16/09/2026, a Anthropic juntou os dois: a mesma conversa responde, cria documentos, apresentações e páginas e, no aplicativo do computador, trabalha numa pasta autorizada. A mudança chegou primeiro aos planos Pro e Max; contas de empresa (Team e Enterprise) podem ainda mostrar Chat e Cowork separados. O Claude Code continua na aba Code.

O escritório que derrubou a parede entre a sala de reunião e a de produção. A oficina (o Code) continua no prédio ao lado.

Exemplo: Na mesma conversa, o resumo do relatório vira documento e três slides, sem trocar de modo.

Termos com L

Limite de uso

Quanto você pode usar o Claude numa janela de cinco horas e numa semana, conforme o plano.

Todo plano tem um limite que se renova a cada cinco horas e outro semanal. O Claude e o Claude Code dividem o mesmo limite, e documentos grandes, Skills e agentes gastam mais. Quando o limite acaba, aparece um aviso com o horário em que ele volta. O consumo aparece em Configurações, na área de uso.

O pacote de dados do celular: tem o do dia e o do mês, e vídeo gasta mais que mensagem.

Exemplo: Na quinta e na sexta, com o Claude Code e os agentes, o consumo sobe. Por isso a turma usa o modelo indicado pelo instrutor.

LLM (modelo de linguagem)

O motor por trás do assistente: um sistema treinado para continuar textos.

LLM é a sigla em inglês para Grande Modelo de Linguagem. É o programa treinado com uma quantidade enorme de texto que aprendeu a prever a continuação mais provável de um trecho. Toda a conversa nasce dessa habilidade, repetida milhares de vezes.

O teclado do celular sugerindo a próxima palavra, só que treinado com uma biblioteca inteira.

Exemplo: Depois de "Prezado cliente, informamos que o prazo de entrega", ele sabe que o mais provável é algo como "foi prorrogado para".

Termos com M

MCP

O padrão que permite ao Claude conversar com outras ferramentas e sistemas.

MCP é um formato comum de conexão entre uma IA e um sistema. Sem ele, cada ligação precisaria ser construída de um jeito diferente. Os conectores do Claude usam esse padrão. Não é um produto que se compra: é o formato da conexão.

A tomada padrão: com ela, qualquer aparelho pluga em qualquer parede.

Exemplo: O conector da Netlify e o do Supabase, no diretório de conectores do Claude, usam MCP.

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Encontro 3

Veja também

Conector

Memória (MEMORIA.md)

Um arquivo de texto com o que a equipe combinou, lido no começo de toda conversa.

O Claude tem uma memória automática (ligada por padrão no Pro e no Max, e separada por Projeto), boa para preferência pessoal. A memória que a formação ensina é um arquivo, MEMORIA.md: quem é quem, como escrever, o que está em pauta, o seu jeito de trabalhar, as regras que nunca mudam. Toda conversa começa com leia MEMORIA.md; para guardar, você pede que ele acrescente; para esquecer, que remova. No Claude Code, o arquivo se chama CLAUDE.md e é lido sozinho.

O caderno de passagem de turno: quem chega lê, quem sai anota.

Exemplo: Numa conversa nova, só com o MEMORIA.md, ele responde o faturamento por região em tabela, com as regiões escritas do jeito combinado.

Termos com N

Netlify

O serviço de hospedagem usado na formação: publica uma pasta e entrega um endereço na internet.

Na noite 3, você arrasta a pasta do painel para a Netlify e recebe um endereço. Na noite 4, a Netlify fica ligada ao repositório do GitHub e publica sozinha a cada envio. Ela também guarda chaves secretas no cofre (variáveis de ambiente) e roda funções no servidor. A conta gratuita atende o que a formação usa.

A vitrine na rua: você monta a loja em casa e a Netlify põe na calçada.

Exemplo: O app Meu Bolso publicado num endereço que termina em .netlify.app, aberto no celular.

Termos com P

Painel (dashboard)

Uma tela que mostra os números que importam de um jeito que se entende em segundos.

Um painel reúne cartões, gráfico e alertas sobre um assunto, para quem precisa decidir rápido. Na formação, ele é um único arquivo HTML gravado pelo Claude numa pasta do computador, conferido número a número contra as fontes e publicado na Netlify.

O painel do carro: você não lê o manual do motor, olha a velocidade e a luz que acendeu.

Exemplo: O Painel Financeiro Vale Verde: receita, despesas, resultado, vencidos, o gráfico de maio a setembro e o alerta de caixa.

Permissão

A pergunta que o Claude faz antes de acessar uma pasta, criar, alterar ou apagar um arquivo, ou rodar um comando.

Quando trabalha no seu computador, o Claude pede licença antes de agir. Um ajuste na caixa de mensagem decide se ele pergunta sempre (o modo da formação) ou trabalha sem perguntar. No Claude Code há mais níveis, do que pergunta tudo ao que aceita as edições sozinho. Leia cada pedido: criar arquivo novo é seguro; alterar e apagar merecem atenção.

O funcionário novo que pergunta antes de mexer no arquivo do cliente.

Exemplo: Ao criar o MEMORIA.md, ele pede permissão para escrever na pasta. Você lê e permite.

pg_cron (a automação dentro do banco)

Um agendador que roda dentro do banco de dados do Supabase, sem depender do seu computador.

pg_cron é uma extensão do banco de dados que executa um comando no horário marcado, usando o formato cron (minuto, hora, dia, mês, dia da semana). Os horários são contados em UTC: 8h de Brasília são 11h em UTC. Como roda no servidor do banco, funciona com o computador desligado.

O relógio de ponto da fábrica: bate na hora certa, mesmo com o escritório vazio.

Exemplo: '0 11 * * 1': toda segunda às 8h de Brasília, gerar o resumo da semana de cada pessoa.

Projeto

Espaço com arquivos, instruções e memória próprios, que valem para todas as conversas dentro dele.

Um Projeto guarda documentos de referência (os arquivos do projeto) e instruções permanentes. Toda conversa iniciada ali já nasce com esse contexto. Cada Projeto tem também a sua memória automática, separada das conversas de fora. Os arquivos sobem pela linha Contexto do painel da direita (na versão Beta, pela Biblioteca), nunca pela caixa de conversa.

A sala reservada com estante e regras na parede, em vez da mesa compartilhada que se arruma todo dia.

Exemplo: O Projeto Vale Verde Comercial, com o contrato, a política, o relatório, o MEMORIA.md e a planilha limpa.

Prompt

O que você escreve para a IA: o pedido.

Prompt é o nome técnico do seu pedido. Todo mundo sabe escrever um prompt ruim: é só fazer uma pergunta solta. Um prompt profissional passa pelos cinco controles do CLARO.

A diferença entre dizer "faz um relatório aí" e dar a instrução completa a alguém que acabou de entrar na empresa.

Exemplo: "Escreva um e-mail de cobrança" é um prompt ruim. O mesmo pedido com os dados, o formato e os testes é um prompt bom.

Prompt do sistema

As instruções fixas que um app manda para o modelo antes de cada pedido da pessoa.

Quando um app conversa com um modelo de IA, ele manda duas coisas: as instruções fixas do app (o prompt do sistema) e o que a pessoa escreveu. No assistente do Meu Bolso, o prompt do sistema diz a data de hoje, as categorias e a regra de usar o valor total do cupom.

O treinamento do atendente antes de abrir a loja: o cliente não vê, mas muda todas as respostas.

Exemplo: Você é o assistente do Meu Bolso. Hoje é 23/10/2026. Use o VALOR TOTAL, a data de emissão e o nome da loja quando vier a foto de um cupom.

Proteção por linha (RLS)

Uma regra do banco que faz cada pessoa ver e mexer só nas linhas que são dela.

Row level security, em inglês. Cada linha da tabela tem um dono, e o banco aplica as permissões (ler, gravar, alterar, apagar) comparando o dono com quem está logado. Mesmo com a chave pública nas mãos, ninguém recebe o que não é seu. É o banco que garante, não o app.

O armário do vestiário: um armário só, e cada gaveta abre com a chave de quem a alugou.

Exemplo: Uma segunda conta, criada no mesmo app, abre com a lista de gastos vazia.

Publicação automática (Netlify ligada ao GitHub)

Cada envio para o GitHub publica a nova versão do site sozinho, sem arrastar pasta.

Você liga, uma vez, o site da Netlify ao repositório do GitHub. Daí em diante, cada envio (push) dispara uma publicação: a Netlify pega a versão nova e coloca no ar no mesmo endereço. É como as equipes de tecnologia trabalham: guardar é publicar.

A vitrine que atualiza sozinha toda vez que você guarda uma foto nova no álbum.

Exemplo: Uma mudança no Meu Bolso, um commit, um push, e um minuto depois o celular mostra a tela nova.

Termos com R

Repositório

Uma pasta que guarda a própria história: cada mudança fica gravada com data, autor e motivo.

É a pasta do projeto com memória. Dá para voltar a qualquer ponto, comparar dois pontos e ver quem mudou o quê. No GitHub, o repositório fica guardado na nuvem; na formação, ele é privado: só você vê.

O álbum de fotos da obra: cada foto tem data e legenda.

Exemplo: O repositório meu-bolso, privado, no GitHub de cada aluno.

Revisão localizada (iteração)

Corrigir só o critério que falhou, na mesma conversa, sem recomeçar e sem mexer no resto.

Iterar é ajustar a resposta na mesma conversa. A revisão localizada é a forma disciplinada: você nomeia o critério que falhou, proíbe alterar o que já passou e pede a lista do que mudou.

Trabalhar com um designer: você olha a primeira versão e diz exatamente o que mudar.

Exemplo: "A sua resposta falhou neste critério: no máximo 150 palavras. Revise somente isso e mostre o que mudou."

Veja também

PromptCLARO

Rotina (tarefa agendada do Claude Code)

Uma tarefa com agenda, pasta e instruções que o Claude Code executa sozinho na hora marcada.

Na aba Code do aplicativo, uma rotina local roda só com o aplicativo aberto e o computador acordado; se perder a hora, roda quando ele voltar. A primeira execução pode parar pedindo permissão. É útil para trabalho nos seus arquivos; para o que precisa rodar com o computador desligado, a automação vai para a nuvem ou para dentro do banco.

O jornal na porta às 7h, mas só se a gráfica (o seu computador) estiver ligada.

Exemplo: Comparada ao pg_cron na noite 5: a rotina depende do computador; a automação do banco, não.

Termos com S

Sessão (do Claude Code)

Uma conversa do Claude Code aberta numa pasta, que carrega o CLAUDE.md e os agentes ao começar.

Cada sessão do Claude Code começa lendo o que está na pasta: o CLAUDE.md e os agentes de .claude/agents. Por isso, agente criado no meio de uma sessão só passa a valer numa sessão nova. No aplicativo, a sessão nova abre pelo + ao lado do nome da pasta, na lista da esquerda.

A reunião que começa com a leitura da ata: quem chegou depois da leitura não ouviu.

Exemplo: Os três revisores criados na sessão de ontem só trabalham depois que você abre uma sessão nova na pasta meu-bolso.

Skill (Habilidade)

Um procedimento salvo na sua conta que ensina o Claude a executar uma tarefa sempre do mesmo jeito.

Um arquivo SKILL.md que define quando a tarefa é acionada, quais informações ela precisa, que passos executa, o que entrega e o que fazer quando algo foge do padrão. Fica salva na conta e vale em qualquer conversa; na tela em português, aparece em Personalização, Habilidades. Quando ela entra em ação, aparece a etiqueta com o nome dela. No Claude Code, as Skills ficam em .claude/skills.

A receita plastificada na cozinha do restaurante: qualquer cozinheiro produz o mesmo prato.

Exemplo: A Skill limpeza-planilha-vendas-vv limpa setembro com o pedido limpe esta planilha, e para quando falta a coluna de faturamento.

Supabase

Um serviço que entrega um banco de dados na nuvem com login, permissões e endereço prontos.

Você cria um projeto e recebe um banco de dados, um sistema de entrada (login por e-mail e senha) e um endereço para o app conversar com ele. As tabelas nascem colando um comando no editor de SQL do painel. Um projeto novo é gratuito e serve para aprender; dado de verdade da empresa nunca entra num projeto de treino.

Um cofre alugado com recepção: você não constrói o cofre nem contrata o porteiro, só define quem abre qual gaveta.

Exemplo: O projeto do Meu Bolso, com a confirmação de e-mail desligada e as tabelas gastos e resumos protegidas por linha.

Termos com T

Tabela, campo e registro

As três peças de qualquer banco de dados.

TABELA é o conjunto, como uma aba de planilha. CAMPO é a coluna: data, descrição, valor, categoria. REGISTRO é a linha: um gasto.

Gaveta, campos impressos na ficha e ficha preenchida.

Exemplo: Na tabela gastos, cada linha é um gasto, com dono, data, descrição, valor, categoria e origem.

Tarefa agendada

Um pedido que o Claude executa sozinho, no horário e na frequência que você definiu.

É a combinação de um pedido completo, uma agenda e fontes autorizadas. Na janela única, você descreve a tarefa e a frequência numa conversa e confirma o nome, a agenda e as instruções. Ela roda na nuvem, mesmo com o computador desligado; se precisar de arquivo do seu computador, roda só no computador, com o aplicativo aberto. Existe nos planos pagos. Por executar sem você olhar, precisa ser testada antes e ter limites explícitos.

Um despertador que, em vez de apenas tocar, cumpre uma lista de trabalho já conferida.

Exemplo: De segunda a sexta às 8h, ler só as mensagens [VALE VERDE] das últimas 24 horas e preparar um radar, sem responder nada.

Terminal

A janela onde se digitam comandos em vez de clicar em botões.

Outra forma de conversar com o computador, sem ícones. Com o Claude Code você não precisa digitar comando: ele escreve e roda os comandos (do Git, por exemplo) e mostra o resultado; você lê e aprova.

Pedir no balcão em vez de apontar no cardápio, só que quem fala com o balcão é o Claude.

Exemplo: git push, o comando que envia o código para o GitHub, roda pelo Claude Code sem você digitar.

Aparece em

Encontro 4

Veja também

Claude CodeGit

Thread

Conversa paralela dentro de um Projeto, aberta para um assunto só.

Na versão nova dos Projetos (a Beta), o Projeto é uma conversa contínua, e cada tarefa que você pede vira uma thread, aberta pelo próprio Claude: uma conversa ao lado da principal, com o seu próprio histórico, trabalhando na nuvem. Quando o Claude precisa de uma resposta sua para continuar, a thread fica marcada como Bloqueado, esperando por você.

Os grupos de um mesmo condomínio no WhatsApp: um para a portaria, outro para a obra. Tudo é do mesmo prédio, mas cada assunto fica no seu canto.

Exemplo: A thread Devolução de queijo com temperatura alta, aberta pelo Claude no Projeto Vale Verde Comercial até o aluno dizer qual era o cliente.

Token

O pedacinho de texto que o modelo enxerga, normalmente uma palavra ou parte dela.

O modelo quebra o texto em pedaços chamados tokens. Em português, cada palavra vale mais ou menos 1,5 token. Importa porque existe um limite de quanto cabe numa conversa e porque o seu limite de uso é contado assim.

É a xícara da receita: a unidade de medida com que a IA conta o texto.

Exemplo: A frase "Bom dia, tudo bem?" tem quatro palavras e cerca de seis tokens.

Termos com V

Variável de ambiente (o cofre)

Um valor guardado no painel do serviço, fora dos arquivos, onde ficam as chaves secretas.

Em vez de escrever a chave num arquivo (que iria para o GitHub e para o site), você guarda a chave no painel da Netlify com um nome, e o código lê pelo nome. A chave nunca aparece na pasta nem no repositório.

O cofre do escritório: o documento diz pegue a chave do cofre, e não traz a chave grudada nele.

Exemplo: A variável CHAVE_GEMINI, guardada na Netlify, lida pela função do assistente.